Não é um jogo, mas um aplicativo de leitura: reúne duzentos textos de domínio público — dos irmãos Grimm a grandes nomes do cânone europeu — navegáveis com a caneta stylus, aproveitando a portabilidade do console como se fosse um leitor de e-books de bolso.
Pertence à onda de software utilitário que o DS recebeu na Alemanha, onde a máquina também era vendida como dispositivo multiuso. Hoje sobrevive como curiosidade de catálogo antes que como algo para "jogar".
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