Curve Ball reduz o beisebol ao seu confronto mais puro: escolher o tipo de arremesso e curvar a bola com uma manopla giratória para tentar superar o rebatedor rival, sem as camadas de gestão de equipe que jogos esportivos posteriores somariam. Essa economia de mecânicas o torna fácil de aprender e surpreendentemente profundo na execução.
É um exemplo claro de como o arcade do início dos anos oitenta preferia destilar um esporte a seu gesto mais icônico, em vez de tentar simulá-lo por completo, uma filosofia de design hoje apreciada por sua clareza.

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