Enma Daio toma seu nome da divindade que, na tradição budista japonesa, julga as almas dos mortos, e o usa como ponto de partida para uma proposta de ação com estética japonesa tradicional. A documentação disponível sobre os detalhes concretos de seu desenvolvimento é limitada. É uma peça curiosa dentro do catálogo de ação japonês por sua temática incomum, mais ligada ao folclore local do que à ficção científica ou à fantasia ocidental que dominava boa parte do gênero naqueles anos.

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