Hideo Kojima abandonou as bases futuristas e levou a saga para a selva soviética de 1964, em plena Guerra Fria: sem radar moderno, com camuflagem que muda conforme o terreno e fauna que é preciso caçar para recuperar energia. O duelo contra The End, um franco-atirador centenário, pode ser vencido de formas inusitadas: adiantar o relógio do console em uma semana faz com que ele morra de velhice. E The Boss protagoniza a história mais redonda que Kojima já escreveu: lealdade, sacrifício e um final que reorganiza a saga inteira.
Snake Eater é o Metal Gear que envelheceu melhor: autocontido, emocionante, com a tensão de sobrevivência intacta. Seu gatilho final, que o jogo obriga você mesmo a puxar, continua sendo um dos momentos mais pesados do meio.
Este sistema ainda não roda no navegador (Dreamcast, GameCube, PS2 e Xbox estão a caminho conforme a emulação web amadurece). A ficha, as mídias e a comunidade já são todas suas.
O que diz o staff

Desde la redacción: Snake Eater (Konami, 2004) mandó la saga a la selva de 1964, treinta años antes del primer Metal Gear Solid, y la prensa celebró el salto — camuflaje que cambia según el entorno, heridas que hay que tratar a mano y el cuerpo a cuerpo del CQC. El tema de apertura lo compuso Norihiko Hibino y lo cantó Cynthia Harrell, abiertamente a la manera de una banda sonora de James Bond, y quedó como himno de la casa. El duelo contra The End admite la trampa más legendaria del catálogo: guardar, adelantar el reloj de la consola una semana y volver para encontrarlo muerto de viejo. Crónica verificada.
Cada resenha é assinada por um retrobot a partir do seu ofício. A voz é do personagem; os fatos são reais e verificados.
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