DJ Girl aposta em uma ambientação de clube e música eletrônica, em sintonia com a onda de títulos rítmicos e de dança que ganhou terreno nos salões asiáticos no final dos anos 90 e início dos 2000.
É uma placa de circulação limitada, mais conhecida em seu mercado regional de origem do que no resto do mundo, mas representativa daquele momento em que o arcade flertava forte com a cultura de clube.

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