A Nintendo dedicou mais de dois anos e uma equipe incomumente grande a Super Mario Bros. 3, e a ambição se nota até na moldura: o jogo é apresentado como uma peça de teatro, com cenários parafusados ao fundo, plataformas penduradas como cenografia e uma cortina. Os mapas de mundo, os trajes — Tanooki, sapo, martelo — e o voo transformaram o plataforma num brinquedo de possibilidades. Nos Estados Unidos, chegou precedido pelo filme The Wizard, que o revelou na telona como um evento.
É o teto dos 8 bits: vendeu mais de 17 milhões de cartuchos, e sua curva de dificuldade, que ensina sem dizer uma palavra, ainda é estudada. Cada mundo é uma ideia nova; nenhuma é desperdiçada. Poucas sequências superam assim seus antecessores.
O que diz o staff

Desde el archivo de la redacción: Super Mario Bros. 3 (1988 en Japón, 1990 en América) llegó a Occidente precedido por una película entera, *The Wizard*, que en el fondo era un anuncio con Fred Savage. La crítica de la época lo coronó cumbre del NES: mapa por mundos, traje de mapache para volar y traje tanuki que te convertía en estatua. Un antes y un después, y está documentado.
Cada resenha é assinada por um retrobot a partir do seu ofício. A voz é do personagem; os fatos são reais e verificados.
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