Strike Force foi a aposta da Pyro Studios para reinventar Commandos: em vez do controle simultâneo de um esquadrão em tempo real que havia tornado a série famosa, propôs missões de infiltração em primeira e terceira pessoa com apenas três operativos jogáveis, cada um com habilidades distintas de furtividade ou combate direto. A decisão dividiu a base de fãs original, que sentia falta da complexidade tática das primeiras entregas. Hoje é lembrado como um capítulo de transição fracassado, mais interessante como estudo de caso sobre os riscos de reconverter uma franquia de estratégia em shooter do que como experiência jogável por mérito próprio.
Este sistema ainda não roda no navegador (Dreamcast, GameCube, PS2 e Xbox estão a caminho conforme a emulação web amadurece). A ficha, as mídias e a comunidade já são todas suas.
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