A Square surpreendeu o mercado ao apostar parte do seu catálogo clássico no portátil da Bandai em vez de se limitar ao PlayStation, e esse remake de "Final Fantasy II" — a segunda edição japonesa, diferente daquela que o Ocidente conheceu sob esse mesmo número no SNES — atualizou os gráficos e o som do original de Famicom sem mexer no seu sistema de progressão mais peculiar: os personagens não sobem de nível por experiência acumulada, e sim melhoram os atributos que efetivamente usam, seja golpeando com espada ou lançando feitiços.
Para quem só conhece a numeração ocidental da saga, é uma ótima porta de entrada para um capítulo da série que ficou relegado no Japão por anos e que o WonderSwan Color ajudou a resgatar com uma apresentação muito mais amigável que a original de 8 bits.

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