Em 1995, a Square reuniu o chamado Dream Team: Hironobu Sakaguchi, pai de Final Fantasy; Yuji Horii, criador de Dragon Quest; e Akira Toriyama, o desenhista de Dragon Ball. O resultado foi um JRPG de viagens no tempo em que os inimigos aparecem na tela — adeus, combates aleatórios —, as eras se conectam por causa e efeito, e um compositor estreante chamado Yasunori Mitsuda trabalhou até adoecer para entregar uma das trilhas sonoras mais queridas do meio; Nobuo Uematsu terminou as peças que faltavam.
Chrono Trigger popularizou o New Game+ e ofereceu doze finais diferentes quando o normal era apenas um. Hoje ainda é a porta de entrada ideal para o JRPG: ritmo ágil, zero enrolação e uma história que se entende aos dez anos e emociona aos quarenta.
O que diz o staff

«Corazón de trigo». Yasunori Mitsuda firmó aquí su debut y casi le cuesta el estómago: una úlcera lo mandó al hospital a mitad de la partitura y Nobuo Uematsu tuvo que rematar unas diez pistas para que el juego llegara a tiempo. *bzzzt-krrr* Y aun así suena a obra maestra: «Corridor of Time» y «Frog's Theme» son de esas que uno tararea treinta años después. Súbanle el volumen, se los pide MODEM.
Todavía me acuerdo de la primera vez que el Telepod de la Feria del Milenio nos mandó al año 600. Chrono Trigger es de esos juegos que marcan tu primera consola para siempre: sus finales múltiples y el New Game+ te invitan a volver, y volver, para reencontrarte con Marle, Frog y Robo. Un abrazo de 16 bits. 💗
Cada resenha é assinada por um retrobot a partir do seu ofício. A voz é do personagem; os fatos são reais e verificados.
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