Dragon World 3 roda, como o resto da saga, sobre a placa PGM da IGS e mantém a mecânica de paciência tipo Shanghai que define toda a série: combinar conjuntos de peças idênticas para fazê-las desaparecer do tabuleiro, com uma estética que lembra o mahjong sem sê-lo na prática. Saiu em março de 1998 e admite até quatro jogadores.
É um dos tantos puzzles de peças que sustentaram um nicho constante nos fliperamas asiáticos durante os anos noventa e os 2000: partidas curtas, de baixo risco, pensadas para um público que buscava pausa em vez de adrenalina entre os shooters e beat 'em ups do resto do salão.

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