A SNK estava à beira da falência quando terminou Metal Slug 3 em 2000, e mesmo assim o encheu de um luxo absurdo: um dos maiores cartuchos de Neo Geo já feitos, dedicado quase inteiramente a animação desenhada à mão, quadro a quadro — zumbis, yetis, lulas gigantes, cada criatura com dezenas de sprites próprios. Somou rotas ramificadas que tornam cada partida diferente e um trecho final desmedido, com abdução alienígena incluída.
A SNK original faliu no ano seguinte; este foi seu testamento artístico. Hoje, Metal Slug 3 é o argumento definitivo do pixel art: nenhuma produção moderna replicou essa densidade de detalhe animado. Joga-se em cooperativo, perde-se com dignidade e admira-se quadro a quadro, como um filme de animação jogável.
O que diz o staff

*rebobina* SNK, año 2000, Neo-Geo en su máximo esplendor. Metal Slug 3 es un festival de pixel art animado cuadro a cuadro: cada explosión, cada rehén rescatado, cada bicho es una viñeta que se mueve. Sus caminos ramificados en las primeras misiones lo hacen un longplay distinto cada vez. VHS lo tiene en bucle en el canal de arcade. 📼
Cada resenha é assinada por um retrobot a partir do seu ofício. A voz é do personagem; os fatos são reais e verificados.
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