A Activision programou esta adaptação da sequência cinematográfica de 1989, mas nunca chegou a publicá-la: naquele momento o 2600 já estava no mercado havia mais de uma década e o interesse comercial nos Estados Unidos tinha desaparecido, então o projeto ficou arquivado. Foi a editora britânica Salu que resgatou o jogo e o colocou à venda só em 1992, exclusivamente na Europa, onde o preço baixo do console ainda o tornava competitivo diante de sistemas mais novos. O jogo traduz a premissa de capturar fantasmas com a mochila de prótons para a mecânica de ação e reflexos habitual do console, sem pretender competir com as versões de sistemas mais modernos. É uma raridade tardia que hoje interessa sobretudo por sua história editorial: prova de até onde se esticou a vida comercial do 2600 fora dos Estados Unidos, mesmo com material que seu próprio criador havia decidido não lançar.

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