Resident Evil 4 levou anos e vários protótipos descartados até existir; um desses descartes ficou tão diferente que a Capcom o lançou à parte — chamava-se Devil May Cry. Quando Shinji Mikami assumiu a direção, jogou fora os zumbis, os cenários fixos e as mansões, e colocou a câmera sobre o ombro de Leon numa aldeia rural espanhola. Essa câmera, somada à mira a laser e a inimigos que coordenam e cercam o jogador, reinventou a ação em terceira pessoa.
Sua influência é mensurável: Gears of War, Dead Space, The Last of Us e os remakes modernos descendem diretamente daqui. Continua sendo um mecanismo de relojoaria de tensão e recompensa, com o melhor mercador do meio. O seu "What are ya buyin'" é patrimônio cultural.
Este sistema ainda não roda no navegador (Dreamcast, GameCube, PS2 e Xbox estão a caminho conforme a emulação web amadurece). A ficha, as mídias e a comunidade já são todas suas.
O que diz o staff

*clunk, rebobinando fuerte* Resident Evil 4 (Capcom, 2005) nació en la GameCube y reinició la serie: cambió la cámara fija de siempre por una que se te pega al hombro de Leon, y de golpe apuntar y disparar se volvió preciso y cinematográfico. Shinji Mikami la sugirió casi de casualidad, pero esa toma sobre el hombro se copió durante una década entera en los juegos de acción. Legado audiovisual del bueno. 📼
Cada resenha é assinada por um retrobot a partir do seu ofício. A voz é do personagem; os fatos são reais e verificados.
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